LE MOUVEMENT
Le mouvement est constitué de l’ensemble des composants destinés à afficher l’heure et l’ensemble des informations d’une montre (complications) dont il assure également la précision. Aujourd’hui, on distingue deux familles de mouvements : les mouvements mécaniques et les mouvements électroniques. Ces deux familles se divisent elles-mêmes en plusieurs catégories.
Quel que soit le type de construction d’un mouvement (mécanique ou électronique), ses composants s’associent en différents groupes appelés organes.
L’organe moteur, l’organe de comptage et de transmission, l’organe de distribution (échappement) et l’organe régulateur sont ainsi les principaux organes d’un mouvement mécanique.
AS PONTES
As pontes são elementos de forma, geralmente maquinados no mesmo material que a platina. Elementos estruturais, constituem, juntamente com a platina, a gaiola do movimento. Posicionadas e fixadas à platina, mantêm os elementos móveis no seu lugar, deixando-lhes a liberdade (folga) de pivotar livremente em torno do seu eixo. O número de pontes de um movimento varia consoante as construções. Geralmente, a ponte tem o nome do mecanismo ou do órgão que fixa (Barrilete – Ponte do barrilete).
O TAMBOR DO BARRILETE
O tambor do barrilete é um dos quatro componentes que constituem o barrilete, que é o órgão motor de um relógio mecânico. Trata-se de um cilindro oco em latão ou em alpaca (metal) no interior do qual se aloja a mola real.
A TAMPA DO BARRILETE
É um dos quatro componentes do barrilete que é, por si só, o órgão motor de um relógio mecânico. Como o nome sugere, permite fechar o tambor do barrilete ao qual se encaixa e assim preservar a mola real do pó.
O EIXO DO BARRILETE
O eixo do barrilete pertence ao órgão motor e constitui o eixo do barrilete. Na maior parte do tempo, pivota entre a platina e a ponte do barrilete. Estando o mais próximo possível da fonte de energia, o eixo do barrilete é o eixo de um relógio que está sujeito às maiores forças (torque).
A MOLA REAL
É o componente principal do barrilete, o órgão motor do relógio. Trata-se de uma longa lâmina de aço de secção rectangular que se enrola em espiral em torno do eixo do barrilete, no interior do tambor do barrilete.
A RODA CENTRAL
A roda central, (por vezes chamada roda intermediária maior) é accionada directamente pelo barrilete. Ele geralmente contém o ponteiro dos minutos e deve, portanto, dar uma volta em uma hora.
A RODA INTERMEDIÁRIA
A roda intermediária (às vezes chamada de pequena roda intermediária) é uma roda intermediária que permite obter as relações de engrenagem corretas em toda a cadeia cinemática do trem de acabamento.
A RODA DOS SEGUNDOS
A roda dos segundos porta (às vezes) o ponteiro dos segundos e gira, portanto, nesse caso, 60 vezes mais rápido que a roda central para efetuar uma rotação completa em exatamente um minuto.
A RODA DE ESCAPE
A roda de escape, por vezes chamada roda de âncora, situa-se entre a roda dos segundos e a âncora. É composta por um pinhão e por uma placa de roda cujo dentado particular transmite impulsos regulares à âncora. Tradicionalmente, a roda e o pinhão de escape são em aço. Em certos casos, a roda de escape pode ser em ouro ou em silício.
A ÂNCORA
Na cadeia cinemática do movimento, a âncora posiciona-se entre a roda de escape e o balanço. É um dos componentes do escapamento. Geralmente fabricada em aço, a âncora possui as paletas em rubi. Seu papel é reter a energia do barrilete e libertar pontualmente essa energia, a fim de transmitir impulsos regulares ao balanço e assim manter as suas oscilações.
O DUPLO DISCO
Embora esteja solidário com o eixo do balanço (o órgão regulador), o duplo disco pertence ao escape de âncora suíço, o órgão de distribuição que regula a transmissão da energia do órgão de contagem e transmissão (o trem de engrenagens de acabamento) para o órgão regulador (balanço-espiral).
O BALANÇO
Associado ao espiral, o balanço constitui oórgão regulador do relógio. Trata-se de um anel metálico que oscila em torno do seu próprio eixo. Da regularidade das suas oscilações (período), depende a precisão do relógio.
O EIXO DO BALANÇO
Trata-se de um eixo pivotado em aço que suporta o conjunto dos componentes doórgão regulador a que pertence, bem como o último elemento doórgão de distribuição que é o duplo disco. O balanço está rebitado na parte superior. Acima dele, um ajuste cilíndrico recebe a virola que é encaixada por pressão e assegura a ligação entre o eixo do balanço e o espiral. Por fim, o duplo disco é encaixado por pressão na parte inferior do eixo.
O ESPIRAL
O espiral é uma mola indissociável do balanço no eixo ao qual está fixado. Garante da precisão do relógio, mantém a regularidade das oscilações do Balanço. O seu papel primordial e a complexidade do seu fabrico fazem dele o componente mais sensível e mais exigente de produzir.
A VIROLA
No conjunto dos movimentos mecânicos, a virola é o elemento de ligação entre o espiral e o Eixo do balanço. É um dos componentes do órgão regulador e desempenha um papel essencial nas operações de regulação.
O PITON
É o elemento que permite ligar o espiral à ponte do balanço. Geralmente em latão, o piton assume formas diferentes consoante as construções.
LE ROUAGE DE MINUTERIE
Son rôle est de distribuer les informations des heures et des minutes à leurs aiguilles respectives et de permettre leur correction par le mécanisme de mise à l’heure.
O MECANISMO DE CORDA
Seu papel é transmitir a energia das rotações da coroa até o órgão motor encarregado de armazená-la e redistribuí-la gradualmente ao movimento.
O MECANISMO DE ACERTO DAS HORAS
Quando a haste de corda é puxada (na posição de acerto das horas), ela permite, através das rotações da coroa, acionar os ponteiros através do trem da minutaria e assim regular a hora exibida.
O SISTEMA DA RAQUETE
O sistema da raquete reúne o conjunto dos componentes periféricos ao órgão regulador (balanço-espiral) e que permitem corrigir a sua regulação.
OS MANCAIS (rubis simples, sistemas com contra-pivôs & antichoques)
Os rubis são utilizados como mancais dos pivôs das diferentes rodas de um movimento. Permitem que as rodas girem livremente (geralmente entre a platinae uma ponte) otimizando os coeficientes de atrito e limitando o desgaste dos pivôs. Antigamente em rubi natural, as pedras dos relógios são hoje em corindo sintético). Os para-choques são amortecedores dispostos nos mancais de certos componentes do movimento. Eles minimizam o risco de quebra dos pivôs em caso de choque. Os para-choques são utilizados principalmente para os mancais do balanço. Com efeito, o balanço possui uma inércia muito grande (peso) e diâmetros de pivôs frequentemente inferiores a 0,15 mm.
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